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Criptomoedas explicadas pelas Gerações I 1ª Bitcoin – 2ª Ethereum – 3ª Cardano ou Polkadot e a 4ª?? Ligue ou Whatsapp (51) 981284195 Rafael Nova



Quer entender o mundo do Bitcoin e da Criptomoedas por meio das suas gerações e evoluções? Esse vídeo é para você, passo a passo para ficar claro como esse ecossistema evoluiu durante os anos.

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O mercado de criptomoedas explicado pelas Gerações de Blockchain

1ª Geração da Blockchain – BITCOIN (BTC)

Agora sim, entrando nas gerações da Blockchain, a primeira Geração é de 2009 e como não poderia ser diferente é a do Bitcoin (BTC). Criado após a crise de 2008 que jogou o mundo numa crise sem precedentes e depois de ver mais uma vez os governos emitindo dinheiro de forma desenfreada gerando mais inflação e desvalorizando ainda mais o dinheiro Fiduciários (Dólar/Real/Euro).

Pensando em algo para se rebelar contra esse sistema falido, Satoshi Nakamoto (que pode ser um grupo, um homem ou mulher), criou o Bitcoin cujo título no White Paper é “Bitcoin: A Peer-to-Peer Electronic Cash System” que em tradução livre quer dizer “Sistema eletrônico de dinheiro Pessoa para Pessoa. A ideia era ser uma moeda descentralizada (independente de governos), finita (quantidade limitada de emissão), altamente criptografada (praticamente impossível fraudar/hackear) e que ficasse longe das interferências de políticos e governos.

Essa primeira geração da Blockchain, que veio por meio do Bitcoin, trouxe o conceito do que chamamos de escassez digital, pelo fato de ser uma criptografia finita. Além disso, o sistema utilizado para validar as transações foi escolhido o Proof-Of-Work (prova de trabalho), onde os mineradores (validadores) validam as transações após conseguirem resolver cálculos matemáticos complexos e para isso recebem recompensas por isso em Bitcoin.

Mas, como toda construção/inovação, alguns problemas foram sendo identificados por usuários, mineradores e especialistas, sendo um deles o tempo para validação dos blocos que são de 10 minutos. Pensando em utilização no dia a dia, 10 minutos é muita coisa; Outro ponto muito explorados pelos inimigos do Bitcoin é o gasto para mineração (Energético e Computacional), segundo “especialista” o consumo de energia é absurdo e insustentável.

2ª Geração da Blockchain – ETHEREUM (ETH)

A segunda geração tem início em 2005 com o advento do Ethereum (ETH), trazendo algumas inovações fundamentais para o futuro das criptomoedas e da usabilidade da tecnologia da Blockchain. O principal avanço foi com a Ideia e inovação dos Smart Contracts (contratos inteligentes) e a possibilidade de desenvolvimento dos DAaps (Aplicativos descentralizados) que deu origem à diversas outras possibilidades no universo de criptomoedas, sendo hoje o Ethereum a base do mercado de criptomoedas, tokens e do universo DeFi (Finanças Descentralizadas), cada vez mais atrativo para os investidores institucionais.

Apesar dessas inovações sensacionais, o ETH continua utilizando Proof-Of-Work (que está nesse momento em processo de mudança para Proof-Of-Stake com a recente atualização da rede) e, pelo tamanho da rede, os gastos para as transações ficaram muito altos, praticamente inviabilizando em alguns casos.

3ª Geração da Blockchain – POLKADOT (DOT)

Essa terceira geração iniciada em 2020 tem como referência a cripotomoeda Polkadot. Como toda geração, ela visa contribuir e atacar os principais problemas das gerações anteriores, nesse caso foram a Escalabilidade, velocidade das transações e o custo. Além disso, ela vem com uma mudança central e fundamental que foi a implantação do sistema de validação do Proof-Of-Stake (prova de participação) quem possui mais moedas, tem mais chance de ser selecionado (de acordo comas definições do algoritmo) para validação das transações.

Sem contar a Parachain, que é a possibilidade de criação de outras Blockchains dentro da Polkadot, além é claro da função de ponte entre Blockchains.

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